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Devaneios de Gabriele Na beira da estrada Nestes tempos de chuva, sou um barranco desmatado. Cada pingo que cai leva um pedaço de mim. Se a chuva vem mais forte, deslizo e me desfaço aos poucos. Sou cada vez mais frágil, cada vez mais vulnerável. Suporto o quanto posso, mas não estou firme. Logo vou desmoronar, a qualquer momento. Fique atento. Porque eu, nem pra atenção tenho mais forças. Escrito por *Gabriele Tschá* às 10h23 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Poesia sem cadência Sim, quero dizer, não. Não estou feliz. E daí? Tudo bem que ninguém queira saber dos meus problemas ou do meu mau humor. Eu não estou a fim de falar, mesmo.
Mas eu ainda tenho o direito de me sentir assim. Não preciso fingir que estou feliz. Não estou. Só me deixem em paz. Escrito por *Gabriele Tschá* às 10h14 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tempo de mudança Há momentos na vida em que estamos nos sentindo tão desanimados. Parece que está tudo igual e não existe esperança de que vá melhorar. Ou melhor, as coisas até estão boas, mas você já está enjoado da mesma rotina. Aí, de repente, você percebe que não adianta ficar se lamentando. Que, se você acha que está tudo muito igual, então é você que tem que fazer alguma coisa pra mudar. As mudanças não vêm com o vento. Somos nós que temos que provocá-las. Então, hora de provocar mudanças. Só preciso de um tempo pra parar e planejar como elas vão acontecer. Preciso de tempo pra mudar. Escrito por *Gabriele Tschá* às 09h35 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Humor 2 Cansada. Desgastada. Brochada. De saco cheio. Nem aí. Escrito por *Gabriele Tschá* às 09h42 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Humor Cri, cri, cri. Estou neutra. Escrito por *Gabriele Tschá* às 09h41 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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